“Qual o seu filme de terror favorito?” O universo de Ghostface está prestes a ganhar mais um capítulo e, mesmo antes da estreia, “Pânico 7” já é um dos filmes mais comentados entre os fãs da franquia. Depois das mudanças inesperadas nos bastidores e de um sexto filme que expandiu a história para novos protagonistas, o próximo longa promete mexer diretamente com a base clássica da saga. O lançamento acontece nesta semana, no dia 26 de fevereiro.
A grande notícia que reacendeu o hype foi o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott. Ausente em “Pânico 6” por questões contratuais, a atriz volta a assumir o papel que a transformou em símbolo do terror slasher moderno. Então, para muitos fãs, a presença de Sidney não é apenas nostálgica – é um sinal de que a franquia pode retomar o eixo central que começou lá em “Pânico”.
O vilão está em chamas!
Um retorno será intenso, marcado por mudanças e expectativas. O assassino mascarado continua sendo o coração do terror em “Pânico”. Sua presença sugere que “Pânico 7” não apenas dará continuidade à história, mas também reacenderá a essência original da saga, agora com Sidney Prescott novamente no centro do legado.
Se por um lado há retornos, por outro há despedidas. As protagonistas que lideraram os dois filmes anteriores não estarão no novo capítulo. Melissa Barrera deixou o projeto após declarações políticas que geraram repercussão internacional, enquanto Jenna Ortega também se desligou da produção… O ponto que mais chama atenção é que ambas terminaram vivas no último filme, deixando suas histórias em aberto. Isso cria um desafio narrativo evidente: como justificar suas ausências sem ignorar os acontecimentos recentes?
Novas escolhas narrativas
Nos bastidores, a produção passou por reformulações criativas, o que indica que o roteiro pode ter sido ajustado para reposicionar o foco da trama. Agora, o assassino não corre atrás apenas de Sidney, mas de sua filha também. A tendência é de que o novo filme também traga uma abordagem mais conectada à mitologia original da franquia. Dessa forma, pode ser explorado o legado da protagonista e os impactos acumulados de décadas enfrentando Ghostface.
Aliás, outra questão que movimenta teorias nas redes é o tom da história. Os filmes mais recentes brincaram com metalinguagem e crítica ao próprio gênero. Agora, com a volta da protagonista clássica e um elenco parcialmente reformulado, existe a expectativa de que o capítulo equilibre nostalgia, tensão psicológica e o tradicional jogo de suspeitas que sempre marca a saga.
O que já sabemos é que “Pânico 7” nasce cercado de mudanças, polêmicas e curiosidade. Porém, talvez seja exatamente isso que mantém a franquia viva há tanto tempo: a capacidade de se reinventar sem abandonar suas raízes. Por fim, resta aguardar para descobrir quem está por trás da máscara do Ghostface e qual será o próximo capítulo dessa história que, ao que tudo indica, ainda está longe de terminar!










