O cinema entregou tudo no Oscar 2026! A maior premiação do audiovisual aconteceu no último domingo (15) e movimentou a indústria com vitórias marcantes, surpresas e produções que já estão dando o que falar. Entre dramas intensos, animações cheias de personalidade e histórias baseadas em fatos, a edição deste ano reforçou o poder do cinema em emocionar, provocar e refletir o mundo em que vivemos.
Por isso, se você perdeu algum detalhe ou quer entender melhor o hype, reunimos as sinopses dos principais vencedores do Oscar 2026 para você já montar sua lista de próximos filmes para assistir!
Uma Batalha Após a Outra (Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado e mais)
Dirigido por Paul Thomas Anderson, o longa é um drama político denso que acompanha um estrategista envolvido em uma crise institucional crescente. No entanto, o que começa como uma disputa pontual rapidamente se transforma em um cenário de tensão generalizada.
Ao longo da narrativa, decisões aparentemente pequenas geram consequências em escala nacional. Além disso, o filme mergulha nos bastidores do poder, revelando alianças frágeis, conflitos éticos e o peso das escolhas individuais. É intenso, reflexivo e, acima de tudo, extremamente atual.
Pecadores (Melhor Ator, Roteiro Original, Trilha Sonora e Fotografia)
Estrelado por Michael B. Jordan, o filme mistura drama e suspense psicológico para contar a história de um homem em busca de redenção. No entanto, seu passado não está disposto a ficar para trás.
Enquanto tenta reconstruir sua vida, ele se vê cercado por memórias, traumas e situações que o colocam constantemente à prova. Além disso, a narrativa constrói uma atmosfera tensa, explorando culpa, violência e a dificuldade de escapar de quem você já foi. O resultado é um filme impactante e emocionalmente carregado.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet (Melhor Atriz)
Protagonizado por Jessie Buckley, o longa é um drama histórico sensível e profundamente humano. Inspirado na vida de William Shakespeare, o filme foca na perda de seu filho, Hamnet.
No entanto, mais do que retratar o luto, a história se aprofunda nas dinâmicas familiares e na dor silenciosa que atravessa gerações. Além disso, a produção sugere como essa tragédia pessoal pode ter influenciado a criação de uma das maiores obras da literatura mundial. É delicado, poético e devastador.
A Hora do Mal (Melhor Atriz Coadjuvante)
Com Amy Madigan, o suspense sobrenatural acompanha uma cidade marcada por acontecimentos inexplicáveis. No entanto, os eventos começam a se intensificar de forma inquietante.
A protagonista, então, decide investigar a origem desses fenômenos. Aos poucos, ela descobre que há uma força maligna conectada ao passado do local. Além disso, o filme constrói uma tensão crescente, apostando em atmosfera e mistério para envolver o público.
Valor Sentimental (Melhor Filme Internacional)
Direto da Noruega, o longa aposta em uma narrativa intimista e emocional. A história acompanha o reencontro de membros de uma mesma família, no entanto, esse retorno traz à tona lembranças que estavam enterradas.
Por meio de objetos e memórias, segredos começam a surgir. Além disso, o filme discute relações, afetos e o peso do tempo nas conexões humanas. É sensível, silencioso e cheio de camadas.
Guerreiras do K-Pop (Melhor Animação e Canção Original)
Misturando música e fantasia, a animação acompanha um grupo de idols que vive uma rotina dupla. Durante o dia, elas são estrelas do K-pop. No entanto, à noite, assumem o papel de guerreiras.
Enquanto enfrentam ameaças sobrenaturais, também lidam com os desafios da fama. Além disso, o filme equilibra ação, humor e emoção, criando uma narrativa envolvente e super atual.
The Girl Who Cried Pearls (Melhor Curta de Animação)
O curta apresenta uma narrativa poética sobre uma jovem cujas lágrimas se transformam em pérolas. No entanto, esse dom rapidamente se torna um fardo.
Ao explorar sua dor, outras pessoas passam a se aproveitar dessa habilidade. Além disso, a história discute exploração, vulnerabilidade e resistência, tudo com uma estética delicada e simbólica.
Frankenstein (Melhor Figurino, Maquiagem e Design de Produção)
A nova adaptação da obra de Mary Shelley revisita o clássico com uma abordagem mais emocional. No entanto, o foco não está apenas no terror.
A narrativa mergulha na relação entre criador e criatura, explorando identidade, rejeição e pertencimento. Além disso, o visual do filme é um dos grandes destaques, ajudando a construir uma atmosfera única e imersiva.
Avatar: Fire and Ash (Melhor Efeito Visual)
O novo capítulo da franquia dirigida por James Cameron expande ainda mais o universo de Pandora. No entanto, desta vez, o foco está em territórios mais hostis.
Com elementos ligados ao fogo e à destruição, a trama apresenta novos conflitos e desafios. Além disso, o filme impressiona pelo nível técnico, elevando ainda mais o padrão dos efeitos visuais no cinema.
F1 (Melhor Som)
Ambientado no universo da Fórmula 1, o longa acompanha pilotos em busca do topo. No entanto, a competição vai muito além das pistas.
Entre rivalidades, pressão e decisões arriscadas, o filme mostra o impacto emocional e físico do esporte. Além disso, os bastidores revelam um ambiente intenso e altamente competitivo.
Mr Nobody Against Putin (Melhor Documentário)
O documentário acompanha a trajetória de um cidadão comum que decide enfrentar o sistema político russo. No entanto, essa escolha traz consequências profundas.
Ao longo da narrativa, vemos os desafios, riscos e tensões envolvidos nesse confronto. Além disso, o filme levanta reflexões importantes sobre liberdade, poder e resistência.
All the Empty Rooms (Melhor Curta Documentário)
O curta mergulha na solidão contemporânea. No entanto, faz isso de forma silenciosa e observacional.
Por meio de espaços vazios e histórias fragmentadas, o filme constrói um retrato sensível da desconexão humana. Além disso, provoca reflexões sobre presença, ausência e pertencimento.
Ou seja, diversidade de filmes é o que não falta! Corre para maratonar todos e conta nas redes sociais do FT o que achou!










