Atenção na dica! Todo ano surge um estúdio com uma proposta diferente, uma nova IP capaz de se tornar a grande surpresa da indústria, e esse é definitivamente o caso de Phantom Blade Zero. Mais do que um simples RPG ou apenas mais um Soulslike, como muitos jogadores insistem em definir, o projeto do estúdio S-GAME traz uma abordagem e uma atenção aos detalhes que não se via há muitos anos.
Durante a gamescom Latam 2026, o Festival Teen teve acesso a duas demonstrações do game: uma no próprio estande promovido pela S-GAME e outra em parceria com a NVIDIA. Em ambos os testes havia muita coisa para dizer, principalmente com a certeza de que Phantom Blade Zero promete surpreender muita gente ainda neste ano. O sentimento se confirmou após a conversa com Julius Lee, diretor de marketing da S-GAME.
66 dias
Primeiramente, do que se trata Phantom Blade Zero? O game acompanha Soul, um exímio assassino acusado de um crime que não cometeu. Enquanto embarca em uma jornada cercada de perigos, conspirações e inimigos mortais, o protagonista também precisa lidar com o fato de que seus dias estão contados, possuindo apenas 66 deles para concluir sua missão.

E vamos tirar a principal dúvida logo da frente: Phantom Blade Zero é um Soulslike? Não… mas a resposta também não é tão simples assim. Até o momento, os trailers fizeram o game passar muito essa impressão, porém a realidade é que temos aqui um RPG de ação com fortes elementos de hack and slash. Sim, o título herda mecânicas populares dos Soulslikes, como o sistema de parry e a dificuldade mais punitiva, porém sua estrutura lembra muito mais jogos como Final Fantasy VII Rebirth do que Dark Souls.
O combate conta com espadas, arco e flecha, machados e promete muito mais, exigindo atenção constante do jogador com o manuseio de equipamentos, uso de itens e troca rápida de armas para se adaptar às diferentes situações e tipos de inimigos.

Kung-Fu-Punk
Houve uma surpresa em ver o carinho do game, e de toda a equipe, com a cultura brasileira. Julius Lee afirma: “Nós planejamos alguns elementos artísticos inspirados no Brasil. Você consegue ver que Soul está utilizando um chute de capoeira no pôster exclusivo que criamos aqui para a gamescom Latam 2026.” Além disso, também teve a confirmação de Lee de que Phantom Blade Zero chegará localizado para o português brasileiro, com legendas em nosso idioma.
Delicadeza em meio ao caos
A parte que surpreende em Phantom Blade Zero foi sua atenção aos detalhes. Desde a sensação de solitude presente na ambientação, até o design de seus inimigos, mas principalmente em seu combate. Com execuções e golpes mortais, Phantom Blade Zero transforma cada confronto em quase uma dança. Entre esquivas e ataques, o game espera que o jogador leia cuidadosamente os movimentos do inimigo e, assim que o combate começa, a troca de golpes se torna precisa, quase delicada e hipnotizante.

Em conversa com o gamer guide do estande do game na gamescom Latam 2026, Guilherme “Kafka” Mendonça Grellet afirmou: “Phantom Blade Zero, como um jogo de ação e aventura, é muito novo e atual, entendendo o cenário em que ele se encontra, mas sempre priorizando a ‘doçura para os olhos’, os visuais e as animações.” Ele também comentou que o game causou um enorme impacto nos visitantes que passaram pelo estande, seja pelo gameplay, pelos visuais impressionantes ou até mesmo pela trilha sonora.

Ao sair da gamescom Latam 2026, havia uma certeza: Phantom Blade Zero é um dos projetos mais ambiciosos do ano. Daqueles games que têm potencial para surpreender em seu lançamento e, quem sabe, até marcar presença na temporada de premiações. O jogo chega no dia 8 de setembro para PC e PlayStation 5. E claro, não deixe de conferir tudo sobre o mundo dos games aqui no Festival Teen!










